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Historicamente, os brasileiros resistiram à adoção do câmbio automático, em parte devido à percepção de que este tipo de transmissão aumentava o consumo de combustível; o especialista Boris Feldman explica que essa crença, no entanto, só tinha fundamento no passado
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Feldman destaca que os automóveis atuais estão equipados com câmbios automáticos de seis a dez marchas, em vez de apenas três ou quatro marchas, como era no passado
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Essa evolução permite que o motor trabalhe sempre no regime ideal de rotações, compensando o pequeno “roubo de potência” causado pelo conversor de torque — o dispositivo que substitui a embreagem nos carros automáticos
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“Uma coisa compensa a outra”, afirma Feldman, explicando que o maior número de marchas permite que o motor opere em sua faixa mais eficiente de rotação, neutralizando o efeito do conversor de torque no consumo
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Feldman conclui que, com a tecnologia atual, os motoristas podem desfrutar da comodidade do câmbio automático sem se preocupar com um aumento significativo no consumo de combustível
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Esta mudança de paradigma representa um marco importante na indústria automobilística brasileira, alinhando-se às tendências globais de conforto e eficiência
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O mercado brasileiro tem demonstrado uma aceitação crescente dos câmbios automáticos; há dois anos, as vendas de carros com essa tecnologia superaram as dos veículos com câmbio manual pela primeira vez
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